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agosto 16, 2026

Perdida no jardim & o pequeno elfo

Mesmo conhecendo muito bem os caminho no jardim, me perdi nele.

Algumas postagens atrás, não muitas, escrevi que vinha passando muito mal, acontece que o motivo de todo o mal estar geral em meu corpo se deu pelo fato de eu estar aguardando a chegada de um pequeno elfo, que estava ansiando ser notado fazia quase três meses. No começo, Foi tudo muito estranho e alegre ao mesmo tempo, é engraçado ver minha família inteira feliz e só falando no pequeno elfo. Ele está para chegar no natal ou um pouquinho depois, mas eu ficaria saltitante se ele chegasse no meu dia favorito do ano.

O pequeno elfo me fez pedir muitas pizzas margueritas, coxinhas de frango e bolos cheios dos mais deliciosos recheios que nunca consigo terminar. 
O pequeno elfo sempre está dormindo quando vou vê-lo, então tenho que dar algumas falsas tossidas para despertá-lo, e recebo chutinhos em resposta disso. 
O pequeno elfo se mexe quando como comidas açucaradas.

A fase dos desejos vem e volta por aqui, mas fez um pequeno estrago no que diz respeito a eu conseguir comer de formar mais descente. Fui de não consigo comer nada, a consigo comer tudo que vejo pela frente, inclusive coisas que nem gostava de comer antes. Bem, eu sei que faz parte, mas eu cheguei em um ponto que preciso voltar aos eixos, até para não causar nenhum problema a mim ou ao pequeno elfo. Tem sido uma tarefa árdua, para dizer o mínimo.

Além disso, todo o cansaço que sinto me fez sair da minha rotina tão bem construída antes, virei uma fada para lá de preguiçosa. E não me entendam mal, esperar o pequeno elfo é a coisa mais mágica e maravilhosa que já vivi, mas cultivar esse hábitos ruins me preocupa por nós dois, então decidi que preciso me esforçar um pouco mais e tentar melhorar, sem pressão e com gentileza, pois minha disposição não é a mesma nesse momento, é claro.

Senti que para começar a cultivar hábitos melhores e mais saudáveis, deveria escrever tudo primeiro sobre isso, e relatar o que venho sentindo, como uma forma de oficializar a me comprometer, e também porque falhar é frustrante, e não quero falhar novamente, por isso, sei que escrever sempre ajuda, as palavras tem um poder mágico, eu acredito, então deixarei que elas façam por mim um pouquinho dessa mágica que necessito.

julho 26, 2026

Um capítulo sobre a partida de Sininho

Faz apenas três dias que ela se foi, mas senti que necessitava escrever sobre isso, sobre ela aqui, pois escrever será uma das minhas tentativas de fazer a dor e a saudade diminuir, uma saudade que sei que nunca passará, pois Sininho partiu para o céu dos gatinhos.

Aconteceu tudo muito rápido, os dias voaram sem que eu percebesse ou tivesse mais tempo de me despedir dela, um dia ela estava bem, sendo a gatinha tranquila que ela é, adormecida em seus cantinhos favoritos, e eventualmente acordando e vindo me encontrar, me cutucando com sua patinha, pedindo petisco. No outro, ela não estava nada bem, não sendo a Sininho que costumava ser.

A saúde dela sempre foi frágil desde que ela nasceu, ela mal conseguiu crescer, mal completou dois anos de vida, e no fundo, sempre morava dentro de mim essa preocupação sobre a saúde dela, mas por algum motivo, pensei que ela viveria para sempre, mesmo sabendo que nossos amiguinhos de quatro patas não vivem pela eternidade.

Eu me via nela, em seu jeitinho quietinho e solitário, porém, carinhosa sempre, ela não miava muito, não como Branco e Suki gostam de miar, ela miava apenas quando queria, quando achasse que fosse necessário. Ela se apegou mais a mim, assim como me apeguei mais a ela, que não perdia uma chance de me fazer companhia.

Vê-la indo aos poucos, sem poder fazer nada, pois seu destino fora traçado há tempos, foi uma das coisas mais difíceis da minha vida, disse em seus últimos suspiros o quanto a amava, o quando ela faria falta, e que ela não estava sozinha, eu estava e estarei bem ali, sempre ao lado dela.

Obrigada Sininho, por ser a gatinha mais fofinha e carinhosa de todas, mais brincalhona, mais adorável e maravilhosa. Você era única, e para sempre ocupará um espaço imenso em meu coração.
Adeus, espero um dia vê-la novamente.

agosto 06, 2025

A vida é melhor com livros e pãezinhos

Olá queridos leitores! Quanto tempo não nos vemos... O motivo de minha ausência se deu pelo fato de eu estar procrastinando para escrever aqui e também porque tenho feito tantas coisas ultimamente com o meu tempo, que escolhi deixar aqui de lado um pouquinho, e quando viesse a vontade, eu saberia que seria uma ótima hora para escrever...

Enquanto estive fora, li muitos livros interessantes, e no meio do caminho me peguei obcecada pelos livros da Elizabeth Gaskell, que para mim, é uma versão feminina do Thomas Hardy, meu autor favorito, porém em suas histórias há final feliz, diferente dos livros do Thomas, rs. Também tenho assado pães e bolos mais que de costume, e testado receitas novas para o almoço, e nada para a janta, pois à noite eu só consigo tomar chá e comer pão.

Também voltei a me exercitar, eu havia parado fazia uns quatro meses, e decidi voltar pois comecei a sentir uma dor bem incômoda na minha perna direita. Admito facilmente que estava vivendo muito bem no meio do sedentarismo, mas é bom voltar a me mexer bastante e a gastar energia. Eu mal senti falta de malhar pelo fato de estar o quase o tempo todo para lá e para cá, e é ótimo ocupar a mente, e também é muito bom em alguns momentos apenas sentar e ficar olhando a vida alheia pela janela do meu quarto, que é o que tenho feito de vez em quando após chegar do trabalho...

Bem, acredito que essas sejam as novidades, não muitas como podem perceber, mas se comparando com desde a última vez em que estive aqui, posso dizer que estou mais feliz, tranquila e a vida tem sido um morango bem docinho, ainda bem!

Antes de me despedir, vou compartilhar com vocês algumas fotinhos de momentos das últimas semanas ♥






Até breve,
Abaços!

setembro 15, 2024

Uma infeliz descoberta, felizmente

Estou oficialmente com burnout, o que é uma infelicidade feliz, pois é terrível ter mais um transtorno para a minha lista (o outro é TAG), porém feliz pois algo que tem me causado mal foi descoberto, esse pelo menos é mais fácil de tratar, eu acredito, ainda mais quando advém do trabalho, o que é o meu caso. Boa parte do problema se resolveria se me demitisse, o para ser sincera, no momento é um dos meus maiores desejos, porém não posso me dar esse luxo agora, não até o final do ano. 

Resumidamente, meu trabalho virou algo terrível e tóxico, os detalhes são desencantadores demais para serem ditos aqui em meu jardim. Mas o que posso afirmar é o seguinte: se eu não passasse por tudo que passei e venho passando, não descobriria o que quero da vida (finalmente), a resposta era tão óbvia quanto aquilo que sempre prezei, que sempre amei ter em meus dias. E após dois anos e pouquinho de formada, sei agora que não quero seguir carreira nenhuma que tenha a ver com minha formação acadêmica, não posso dizer que não tentei, pois eu tentei, rs. Não me sinto mal nem arrependida, nem envergonhada por admitir isso, eu sinceramente não estou nem um pouco me importando, uma vida que eu consiga alcançar que me traga felicidade é mais importante para mim.

Setembro até agora...
  • Descobri que amo fazer pães, e todo o processo que isso envolve.
  • Descobri que detesto meu trabalho, e todo o processo que lhe envolve.
  • Comecei a ler os livros da Jenny Colgan e estou extremamente encantada com as histórias dela. Recomendo este livro e este outro livro dela.
  • Chocolate Branco (um dos meus gatinhos) virou um eunuco...
  • Fui em uma festinha de criança após muitos anos, e foi a do meu sobrinho que completou um aninho - costumo dizer a ele que sou sua fada madrinha, e torço para que ele me chame assim quando aprender a falar. Eu e o Miguel fizemos a limpa nos brindes, docinhos e salgadinhos da festa, ops.
  • Estou ficando doente frequentemente devido a exaustão mental que diminuiu as defesas do meu sistema imunológico.
  • Tenho escutado The Cardigans absurdamente todos os dias.
  • Cortei meu cabelo curtinho, como de praste.
Parece que esse mês está durando uma eternidade, e está sendo um mês de descobertas, eu diria. Com o calor extremo que está começando a fazer aqui no Rio, começo a ter a nostálgica sensação da vinda do Natal, sendo que estamos em meados de setembro ainda! O quão doido é como eu relaciono o Natal com um dia quente de verão, lembro de férias da escola ou da faculdade, em que eu ficava na cama ou na rede da varanda dos meus pais lendo livros natalinos o dia ou a noite inteirinha, lembro de rabanada com sorvete de baunilha e chá de maçã com canela com biscoitinhos de leite... 

E esse sentimento tem rodeado meus dias com certa frequência, ele me conforta e até mesmo me motiva, estou ansiosa para o Natal, sinto de fato algo mágico chegando por aí, apesar de todas as desventuras, será enfim a hora delas absterem-se por um tempo?

Até breve!
Bia

julho 15, 2024

Um pequeno conto sobre uma fada com saudades de casa

“Enquanto isso, as árvores estavam tão verdes quanto antes; os pássaros cantavam e o sol brilhava tão claramente agora como sempre. O ambiente familiar não escureceu por causa de sua tristeza, nem adoeceu por causa de sua dor. 
Ela poderia ter visto que o que havia curvado sua cabeça tão profundamente - o pensamento da preocupação do mundo com sua situação - era encontrado em uma ilusão. Ela não era uma existência, uma experiência, uma paixão, uma estrutura de sensações, para ninguém além dela mesma.” ― Thomas Hardy, Tess of the D’Urbervilles

Ultimamente tenho sentido saudades de casa. Mas não da minha casa de agora, a dos meus pais. E eu nunca senti que poderia sentir isso de lá. Eu não cresci em um ambiente lá muito saudável para minha saúde mental, e ao longo dos anos, ainda mais a partir do período em que comecei a faculdade em 2017, as coisas mudaram quase drasticamente, e se acalmaram um pouco também, meu irmão, que era o centro das atenções da casa, por estar quase sempre aprontando algo, se mudou, e meus pais começaram a perceber minha silenciosa presença rondando a casa, eu limpava, cozinhava praticamente todos os dias para mim mesma, e quando eles chegavam no final da tarde, um bolo ou uma fornada de cupcakes estava na geladeira recém comidos.

Na maioria das noites, sentava na sala para assistir um filme selecionado cuidadosamente por mim, enquanto comia pipoca com coca zero, e uma vez ou outra, devorava uma barra de chocolate meio amargo como sobremesa, comia como um boi quase sempre sem culpa, pois com mais tempo livre, me exercitava por diversão e com bastante disciplina, e adorava que me dissessem como estava "maromba", eu adorava ser musculosa (rs), fazia-me sentir forte interiormente, sentia-me tão confiante, amava a pessoa que era, amava as coisas que amava, amava meus dias calmos e solitários.

Após o filme, ia para meu antigo quarto ler, lia até a hora de dormir, era meu momento favorito, aquele pelo qual sabia exatamente o sentido da minha existência, que era nada menos que estar ali presente; calma, serena e feliz. Meu quarto era um refúgio que fazia eu me sentir segura, hoje ele já não é mais o mesmo, alguns móveis me desfiz para a mudança de SP, outros guardei comigo e estão na minha casa atual, onde tento fazer com que seja um refúgio confortável e acolhedor, tal como era meu antigo quarto na casa dos meus pais. Venho chegando a conclusão que posso gostar de lugares menores, por causa de lembranças que me surgem dos mesmos de forma nostálgica, de lugares pequenos e acolheres em que vivi ou passei bastante tempo. 

Péssimo momento para saber disso, pois meu apartamento é maior que a casa dos meus pais que já é enorme com seus três quartos e dois banheiros, e bem, de qualquer forma, eu vou continuar tentando fazer daqui um lugar acolhedor. Adoro aqui. Mas sinto falta de casa como nunca, e falando mais seriamente, sinto falta dos meus músculos...

Abraços,
Bia

junho 30, 2024

Desculpe, só compareço à festas de chá

Tenho uma festa de aniversário de 86 anos para ir hoje e minha animação é inexistente para eu dar o ar da minha presença, não só porque não quero nem pensar em socializar com ninguém, mas porque choveu à noite e de repente está aquele clima invernal bem reconfortante, com ventos aqui e ali, vindos principalmente da varanda. Nossa casa é antiga, e ao furarmos a parede do quarto para colocar a cortina nova semana passada, percebemos que ela era de concreto, e agora está explicado o porquê de nem o calor mais ardente conseguir penetrar aqui dentro, em vista disso, o frio vem daquele jeito, bem congelante... Porém, se tratando do Rio, prevejo que os dias da semana serão ensolarados, porém nem tanto, e as noites friorentas, e o inverno por aqui não é tão aparente quanto o outono, que nos presenteou com pores do sol rosas, lilases e alaranjados.

A questão toda é que não quero ir à festa, está um clima perfeito para ficar em casa lendo um livro, jogando the sims 4 e assando tortas e bolos, porém estou dividida pois minha mãe organizou parte da festa, ao mesmo tempo, sábado (ontem) passamos meta de dia juntas, e eu quero descansar... sim, eu quero muito descansar, e eu sei que nem trabalho na segunda também, mas meu trabalho me suga demais, e acho que mereço descansar, mas também é somente essa semana a festa, é só esse domingo, no final da tarde, mesmo assim, não parece motivo suficiente, nem um pouco, pois estou extremamente cansada física e mentalmente, ainda estou no processo de ficar tentando conciliar as coisas que gosto de fazer, mas está difícil, mas as vezes consigo, e é muito bom, porém queria que o processo se tornasse linear logo, justamente como era antes.

Gosto de fingir que moro no campo e que sou uma fada. Dessa maneira, parece que o peso do mundo se torna menor, é o melhor fingimento de todos que conto à mim mesma, e que me faço acreditar, é um fingimento do bem.
Registro do café da manhã de hoje. Quis comer (de olho grande) esse donut que comprei na padaria do mercadinho ontem, meu estômago está em crise pela escolha que fiz. É um motivo suficiente para não ir à festa? 

Antes de ir, um último registro da gatinha que adotamos semana passada. O Miguel a encontrou na volta para casa, após me levar para o ponto de ônibus, debaixo de um carro assustada e toda sujinha. Colocamos o nome dela de Sukita e ela é uma vira-lata misturada com a raça angorá, seus olhos são de um laranja bem clarinho, ela já está bem gordinha e me lembra um bichinho de pelúcia quando a pego no colo para lhe dar vários beijinhos, Branco já a adotou como irmã mais nova e cuidou dela com muito carinho desde que ela chegou.

Até breve e feliz equinócio de inverno!
Abraços,
Bia

dezembro 05, 2023

Bolos sem cerejas no topo (blogmas #1)

Hello! Cada vez que volto a escrever nesse blog fica mais difícil procurar as palavras certas, ou sobre o que começar a falar, várias vezes já parei e acabei não escrevendo nada mesmo, o que é triste, pois tenho o que falar, por exemplo, esses dias estava andando na rua e vários insights me aconteceram, não somente nesse dia, porém em outros também, daí logo penso: "eu gostaria muito de escrever sobre isso no blog", e daí esqueço sobre o que era o pensamento um pouco depois.

Desde que me mudei para SP há um pouco mais de um ano, o que mais venho fazendo é pensar, são horas de viagem no metrô e trem, no ônibus, tudo no caminho para o trabalho, é muito espaço em uma mente como a minha, e acredito que tenha dito isso até em outra postagem, porém eu (espero) que não esteja no final da minha vida, mas já poderia escrever uma biografia, porque nesse altura tenho tanto a compartilhar sobre o que vivi até agora, e sei que tem mais pela frente...
Todo domingo, quando eu e o Miguel quase sempre estamos de folga, faço um banquete para nós comermos no almoço, preparamos um café da manhã caprichado e à tarde asso um bolo.

Esse domingo em questão assei um bolo red velvet, que ficou divino de gostoso, ele facilmente poderia ser um bolo natalino se eu polvilhasse açúcar de confeiteiro em cima e colocasse cerejas no topo, porém, de alguma forma, eu não quis, não achei que nem uma cereja no topo dele faria alguma diferença mais, apesar de parecer gostoso.

E é assim que tenho me sentido desde que me mudei para cá em SP, tudo parece divertido, aqui é tão grande, você sempre tem o que fazer, porém, só se você estiver no ápice de sua carreira e ganhando bem a beça. O que não é o meu caso, hahah, e acredite, eu tentei e tentei, fui a alguns lugares que desejava por aqui, mas no final estava sempre cansada, tinha compromisso, estava facilmente falida com um único passeio, porque é tanta coisa e você quer tudo, e aproveitar tudo.

Parei de passear com tanta frequência, encontrei os lugares que gostava mais de ir, mas então observei outra coisa. Eu só vivia para trabalhar, mesmo que a carga horária não fosse lá longa, o caminho é longo para ir.
Certo dia, fui me arrastando pois não possuía forças no corpo para andar, fiquei uns dois dias assim, nunca havia ficado assim, pois sou ativa fisicamente, e foi estranho demais observar meu corpo agir dessa forma. E quero dizer, esses são apenas alguns exemplos pequenos, mas que pesaram para mim. Não sou boas com explicações, mas onde quero chegar é que:
  1. Eu amo cidade grande, mas morar em uma talvez não seja para mim e tudo bem com isso.
  2. Tudo aqui parece muito legal, mas você aproveita se estiver cheio da grana, ou de tempo. Porém como aqui é tudo muito longe pois é muito grande, você fica sem tempo, logo se você não tiver tempo, você aproveita apenas se estiver de viagem.
Eu estava fazendo alguns planos aqui para aos poucos tentar consertar essas falhas, tentei catar cerejas para colocar no bolo sabor são paulo, porém não deu e eu estava fatigada, cansada, nada tranquila, e comecei a me sentir um nada, e apesar de faltar 5 anos ainda para chegar aos trinta, eu pensei em um dia ao chegar do trabalho, praticamente aos prantos: "caramba, eu estou mais é me sentindo com cinquenta  anos vivendo assim".
Bem, essa é só uma parte da história, porém após isso o Miguel estava se sentindo um pouco assim também, porém menos caótico do que eu sou rs, e ele comentava de vez em quando que tinha vontade de voltar para o interior ou de se mudar para outro estado, isso nos fez pensar em ir para o Rio, e eu no caso, voltar para lá hahaha.

Uma das coisas que mais amava no Rio era a paz e tranquilidade que sentia somente lá, toda vez que me sinto perdida aqui em SP, eu olho para o céu nos dias que ele está bem azul e lembro do mar, lembro de como a praia me acalmava nos dias em que tudo estava meio turbulento, só essas duas coisinhas foram o suficiente para pesar na balança da minha decisão.

O Miguel está mais animado que eu, também estou porém ando tão exausta e ainda meio perdida que a animação aparece somente as vezes, estou obviamente animada para o Natal, e quem me conhece sabe que meu coração se torna completo somente quando essa data que me é tão querida e mágica chega ♥.

Nos próximos dias dessa semana estarei assinando o contrato do apartamento novo - escolhido com muito amor, facilmente meu apê dos sonhos da bia criança -, e em janeiro começando a trabalhar em um lugar beeem legal, assim espero. O plano é de me mudar antes do natal, será que consiguirei?
Essa é a primeira postagem do BLOGMAS, não sei se conseguirei postar todo dia, mas tentarei aparecer bastante por aqui nesse mês de dezembro! 
E que o dezembro e Natal de vocês que acompanham esse empoleirado jardim sejam cheio de magia e esperança, e principalmente recomeços, quero que meu 2024 seja repleto de coisas novas e felizes, farei meu melhor, pois sinceramente eu mereço hahah...

Abraços,
Bia

setembro 02, 2023

O Jeito Que As Coisas Vão

Desde que eu me ausentei daqui, literalmente tudo da minha vida mudou. Inclusive o fato de que eu mal estou escrevendo algo, a não ser em meu diário, que agora possui registros tão ordinários e filosóficos sobre a vida, que daqui há uns cinquenta anos mais ou menos, ele poderia ser publicado como um livro e se tornar um best-seller facilmente. Falo sério agora quando digo que tudo realmente mudou.

Mas vou começar pelo começo, pois veja bem, tenham cuidado, realmente a vida pode mudar tudo assim facilmente, como se fosse em um filme com realismo mágico. Inclusive, eu me pego pensando que minha vida tem parecido um filme realmente, um drama com romance, e coisas felizes acontecendo. Isso me dá uma crise existencial danada. De qualquer forma, no momento tudo tem estado confuso do nada, ou claro demais, de um modo que eu não quero aceitar que, caramba, eu ainda estou machucada demais, estou traumatizada demais, ou isso tudo que acabei de dizer, teoricamente.

Estava na minha cama há pouco chorando a beça, chorando praticamente como Alice, mais um pouco e eu alagava tudo com minhas lágrimas. Acontece que chorei porque estava tentando ser forte, tentava ignorar que não estava feliz com a [situação essa que não irei dizer], e comecei a imaginar se eu estava sendo uma dramática por ficar triste ou só estava sendo traumatizada? No final, eu cheguei a conclusão que não devo deixar de ir a psicóloga por duas semanas.

Eu mudei para o apartamento dois faz alguns meses, lembram que comentei sobre ele? Muito feliz o começo por aqui, o meio, e o agora, eu amo cada pedacinho deste apartamento, ele é lindo e me faz feliz quando lembro que ele é todinho meu.

Também estou em outro emprego, nada muito a dizer sobre ele, a não ser que me proporcionou experiências muito agradáveis, apesar dos defeitos, eu gosto dele, porém, não pretendo ficar nele por muito tempo, pois pretendo abrir uma lojinha. De psicóloga a empresária, eu disse que as coisas mudam assim do nada, não disse?

Muitas outras coisas dentro de mim mudaram também, eu senti felicidade genuína muitas e muitas vezes, aquela que caçava após tantos anos passando por tempos difíceis que pareciam intermináveis. E no meio do caminho, me despedi do outro alguém com quem estava, percebi que aquilo estava mais tóxico que Chernobyl. Me senti tão livre, que por um momento, pensei que o segredo era eu viver sozinha com meu gatinho no interior. Porém, conheci alguém, e agora eu sei que o coração manda mais em nós, que nós nele mesmo.

Tristemente, percebi que não sei o que é ter uma família, isso me deixou surpresa de certa forma, pois sempre vivi muito bem sozinha, esquecida claramente, mas os anos passam, nós crescemos e nos acostumamos com isso. Eu estava bem, estou bem na medida do possível, como disse no começo, esses dias tenho me observado assim, feliz, porém, tenho tantas cicatrizes, elas se abrem certas vezes e me machucam demais, me sinto paralisada, lembro do que conquistei até agora, lembro do agora, e aos pouquinhos, me sinto melhor.



Abraços,
Bia

agosto 27, 2021

Duas Páginas do meu Diário #2

Hello! Que saudade estava de aparecer por aqui, eu adorava usar um "hello" para começar uma postagem nova, quando fico muito animada com algo eu costumo soltar expressões em inglês tamanha a exaltação, "omg, she's so cute!" (eu me referindo a minha gata enquanto ela dorme angelicalmente em minha cama), eis uma breve explicação do meu "hello", estou super animada postando aqui agora, assim como anos atrás.

Eu sempre costumo justificar os meus chás de sumiço daqui, aconteceu que a faculdade aconteceu entre outras coisas, estou estudando para um concurso também, estou correndo contra o tempo pois ele está passando muito rápido. Não sei se chamo a Alice, pois como bem sabem, ela andou tentando voltar no tempo, e talvez ela esteja por trás dos dias que passam voando, consigo imaginar o Tempo furioso com ela, tiquetaqueando para lá e cá. Eu me vejo tanto na Alice, e tudo bem se ela for culpada por isso, deve ter um motivo muito digno para tal, este não é um ano favorável mesmo, então que passe rápido de uma vez!

Enfim, há três anos no passado, eu postei duas páginas do meu diário, troquei a agenda que fazia de diário para um diário de literalmente sete cadeados, o preenchi com fanart de personagens de livros e poemas também, e no final estava tudo tão desorganizado que decidi trocar de diário novamente. Meu novo diário é um artesanal e foi feito pela minha prima que vende itens bonitinhos de papelaria.
  

2 de Abril de 2021,

Tenho me sentido meio miserável, não é pena de mim mesma, mas uma falta muito grande de expectativa em minha vida, como se eu não soubesse o que será de mim, ou que meu futuro será todo tristezinho, tenho medo de que eu continue morando aqui com minha família... tudo que mais quero é sair daqui, eu quero tanto, tanto ser bem sucedida, ou pelo menos feliz no que faço, e ser feliz no geral também, e ter alguém para amar e que me ame como eu gostaria, enquanto isso eu estou cada dia me sentindo mais murcha, me sentindo desaparecer.

E novamente eu não digo nada, meus lábios estão selados com as coisas que mais incomodam meu coração, e machucam a ele, podemos e somos livres, mas talvez nossos corações se encontrem aprisionados até que descobrimos como usar essa nossa liberdade.

A única coisa que ainda me dá esperança, que me faz não desistir, é olhar para o céu noturno, mas somente quando as estrelas estão lá eu não me sinto sozinha nem deprimida, por alguns minutos, minutos esses que fico apreciando a noite, é que me sinto completamente um ser existente, eu existo, estou aqui vivendo, tenho um propósito, então no instante que tiro meus olhos tenho a ousadia de sonhar mais um pouco, de ser feliz mais um pouco, e então tudo volta a ser, tudo volta a desaparecer, inclusive eu, novamente.


24 de junho de 2021,

Minhas noites têm sido preenchidas com chá, biscoitos de chocolate e aveia e algum livro. Ando com a cabeça nas nuvens, é difícil sentir alguma coisa fazendo algo, então asso um bolo, preparo meu almoço, rego as plantas, e tudo parecer ficar menos pesado e solitário.

Houve momentos nos últimos anos em que não gostava da pessoas refletida no espelho e que era eu, tentando ser alguém para os outros, me sufocando internamente, dizendo para eu ficar em silêncio e ser uma boa menina. Mas eu não suportava mais toda essa bondade tóxica, eu queria ser inteiramente eu com todos os meus defeitos também.

Então eu fui, e eu sou, e agora sorrio ao olhar para o meu reflexo no espelho. Tenho vida e cor em meu rosto novamente, tem um pouco de paz e talvez o retorno de uma alegria, tem de tudo um pouco daquilo que fará eu me sentir feliz novamente, pois eu no final consegui me aceitar.


Um ótimo final de semana à todos que leram esta postagem, nos vemos em breve,
Abraços!

julho 21, 2021

A Visita

Peguei-me pensando na única família que já tive, e que se fora há tempos, então enchi o bule com água da pia e o coloquei no fogão, sentei-me na velha cadeira de madeira e fiquei relembrando as boas lembranças que todos eles me proporcionaram, e cada sorriso que me tiraram. 

Não chorava mais com a lembrança, tampouco me entristecia ou caía na melancolia como antes, mas sorria, com os olhos, às vezes com a boca, já fazia tantos anos que em algumas ocasiões pensava que tudo aquilo poderia ser uma ilusão de minha cabeça ao invés de belas lembranças. 

O bule chiou ao mesmo passo que a campainha ressoou alto pela casa, desliguei o fogo e fui atender a porta, imaginando que seria o carteiro, sempre trazendo minhas correspondências no final da tarde. 

Fiquei surpresa e feliz em saber que não era aquele carteiro atrapalhado e sim Felícia, uma amiga de longa data. Seus cabelos grisalhos estavam espichados pelo vento forte que se arrastava lá fora. Ela me cumprimentou com um sorriso caloroso e com um abraço apertado. 

Pedi que fôssemos para a sala, onde a lareira tivera sido acesa por mim mais cedo, afim de aquecer pelo menos aquele cômodo já que mais tarde sempre esfriava. 

“Aconteceu alguma coisa, qual o motivo da visita?” Perguntei-lhe curiosa. 

“Ora, não posso apenas fazer uma visita para a única amiga viva que me restou?” 

Soltei uma risada alta, aquilo era tão mórbido, porém engraçado ao mesmo tempo. 

“Você veio em ótima hora, estava prestes a tomar um chá com biscoitos, estes feito pela filha da vizinha.” Disse alegremente. 

Ela fez um gesto de bater palmas e me esperou pacientemente trazer os quitutes. 

Felícia ainda tinha alguns familiares vivos é claro, eu que tive o infortúnio de perder os poucos que possuía muito cedo. 

Saboreamos o chá e os biscoitos um pouco doces demais, mas ainda sim saborosos. Ela me contou tantas novidades sobre o que havia acontecido em sua vida que poderia escrever um livro inteirinho sobre, de mim, porém, quase nada ela ouviu, apesar de eu sempre ter alguma pequena novidade para contar, faltou amigos e tudo acabou caindo no esquecimento. 

Quando o sol se pôs lá fora e finalmente sinais de que o frio chegara começaram a aparecer, Felícia elogiou meu chá e os biscoitos da vizinha, que ela fez questão de dizer que estavam bem docinhos do jeito que ela gosta, e então agradeceu pela minha companhia, e eu agradeci pela dela. 

“Antes de eu ir, lhe faço mais uma visita!” Ela disse por fim, com veemência. 

“Ir para onde?” Perguntei-lhe. 

Ela deu uma risadinha, dispôs seu chapéu rosa com margaridas, colocou sua capa verde de veludo e foi-se embora. 

Na primavera, quando o sol estava quente e radiante no céu, me pus a sair do chalé mesmo não gostando muito de dias ensolarados, senti que seria bom respirar novos ares, então visitei o parque da cidade, fui ao pequeno museu de artes, conversei e fiz novo amigos, jovens e velhos, e até caninos. 

A última vez que vi Felícia foi ao final dessa mesma primavera quando ela me fez sua última visita, sua pele estava pálida, e ela andava com a ajuda de uma bengala, parecia fraca e forte ao mesmo tempo, se é que isso é possível. E eu naquele momento entendi o que ela quis dizer daquela vez, e suas palavras ditas anteriormente ganharam sentido. 

Minha amiga partiu poucos dias depois de sua última visita. “Mais lembranças para preencher meu tempo”, pensava enquanto preparava água para um chá. E a campainha ressoou alto pela casa.

Só para complementar, este conto foi inspirado na música "The Visit" da Regina Spektor, você pode ouvi-la clicando aqui :)

julho 03, 2021

Alegremente Congelada

Gostaria de começar dizendo que após alguns longos meses de desventuras e tristezinhas, estou bem novamente. Quando a madrugada chega e com ela a minha hora de dormir, sempre penso comigo mesma: "estou mesmo me sentindo feliz de novo?", posso ter agora segurança e confiança para dizer que sim, que desta vez não será momentâneo ou passageiro? Já passaram-se algumas noites e agora a última coisa que respondo a mim mesma antes de cair no sono é: "estou feliz e estou alegremente congelada".

E com o inverno, chegou também as minhas férias e várias reflexões sobre meu futuro, o próximo semestre está caminhando para ser o meu último, e se der tudo certo, eu estarei formada e pensando o quanto cinco anos passam voando!

Para o meu total desgosto, o inverno aqui está de congelar como não vejo em sei lá quantos anos, tantos que nem me lembro pois deveria ser uma criança ainda, mas basicamente está frio demais e eu nunca escondi o fato de que adoro um clima ensolarado e ameno, posso suportar o frio mas não desse jeito que está, 19° C é demais para uma carioca aguentar.

Mesmo assim, a Pollyanna que sempre habitou em mim decidiu ignorar essa minha aversão e fazer uma checklist para o inverno, a lista completa está aqui no meu listography, caso queiram conferir e quem sabe não se inspirarem em fazer algo também para tentar passar essa estação. A minha checklist no caso está quase completa, faltam alguns itens ainda que estou pensando com carinho no que colocar, para que eu possa aproveitar o inverno de uma forma mais divertida e aconchegante possível!
Sábado passado foi aniversário de Nicolas, aquele meu cachorrinho dotado de certa feiura pobrezinho (tem várias fotos dele postadas aqui no blog, caso alguém ainda não o tenha conhecido), e então resolvi assar um bolo para ele comestível para cachorros, e na verdade ele completou 3 anos, mas como só tínhamos vela de 1 e 2, e já que o bolo foi uma ideia de última hora, usei essa mesmo só para representar que era um bolo de aniversário, hahah.





As minhas tardes tem sido preenchidas com algum anime ou filme, sempre acompanhados com algum pãozinho de diferente que vi em uma padaria que fica em meu bairro, minha mãe sempre falava dela pois a variedade de lá é muito boa, porém, demorei meses para ir conhecer pois ficava um pouco distante da minha casa (preguiça né rs). 

Certo dia resolvi ir porque estava com desejo de comer algo diferenciado, e bem, agora me tornei cliente fiel não só porque realmente lá só tem coisas gostosas, mas o rapaz do caixa também é uma gracinha e talvez chegue o dia em que nosso papo vá para frente, será ele meu Peeta, o padeiro?






Também estive viciada em abacates e por causa disso só tenho comido salada no almoço que é onde posso adicionar ele e fica mais gostoso, assim como no pão torrado no café-da-manhã, enfim, agora sou uma abacate lover, acabate stan? Enfim, só posso dizer que antes já gostava, agora adoro ainda mais. 
Quando a noite chega, é a hora que preparo um chá, coloco um pink noise para me concentrar, o que para minha surpresa funciona, e vou ler alguma coisa até a hora de ir dormir. No momento, estou lendo "O Retorno do Nativo" do Thomas Hardy, como parte de uma das leituras da minha checklist de inverno, e sou suspeita para falar sobre ele, pois adoro tudo que o Hardy escreve.
Já estou completamente amando essa leitura, e como todos os livros desse autor, começa um pouco divagar e do nada ele solta uma bomba, e a partir daí é impossível parar de ler, e só o que você consegue pensar é nessa história, basicamente isto rs.

Enfim, tenho tentado me manter bem e ocupada ultimamente, o que claramente resultou em algo de bom, e me despeço deixando registrado aqui, que as coisas podem melhorar mesmo em meio ao caos, basta se ter esperança e tentar, tentem bastante e sejam gentis consigo mesmos, não esqueçam que somos todos flores nesse jardim que é a vida, estamos sempre florescendo, desde que nos reguemos de coisas boas! ♥

Abraços,
Bia

setembro 03, 2020

Por onde Bia tem andado...

Acabou que esse momento de quarentena sugou minha vontade para fazer as coisas que mais adoro, sem poder sair, não havia como ir ao sebo, nem a papelaria da cidade vizinha comprar as telas e tintas mais baratas para pintura, além de ter de ficar longe das pessoas que amo. Além disso, já estava planejando com uma professora de começar um projeto de pesquisa, seria um grande passo pra mim, um importante, pois afinal de contas, quero ser uma cientista, e esse seria meu ponto de partida.

Contudo, não vim aqui chorar pelo leite derramado rs, eu superei isso, e sei que muitas e muitas pessoas estavam em situações parecidas, não é mesmo? As coisas já se ajeitaram por aqui, e bem, eu também não estou com a minha saúde mental no melhor dos estados, mas do jeito que está, tenho conseguido seguir com meus dias com um passinho de cada vez. 

Tem algumas semanas já, que tenho sentido uma vontadezinha de voltar a postar por aqui, tenho me sentido um tiquinho inspirada, minha vida mudou tanto esse ano, eu aprendi tanto sobre ela e sobre as pessoas, que eu fiquei desamparada de tal modo que não sabia mais quem eu era de verdade, e essa é uma sensação nada legal. 

Esses dias tenho sentido uma clareza maior a respeito disso, eu estou me reconectando comigo mesma aos poucos, o processo está sendo divagar, mas em meu coração a esperança e a fé sempre ocuparam um espaço, e mesmo em meus piores momentos, tentei regá-los, como se fosse uma plantinha, não quero deixar morrer, mesmo que não aja sol, mesmo que esteja na escuridão, há sempre uma saída, uma sombra amiga. Como já disse algumas vezes, meu jardim sempre estará aberto, viu? Então obrigada à todos os comentários das postagens anteriores, é bom saber que mesmo que me ausente por um tempo, na volta vocês sempre me recebem de braços abertos.

Tenho várias coisas para compartilhar por aqui com vocês em breve, fiquem bem e se cuidem!

Abraços,
Bia ♥

setembro 08, 2019

Agosto de 2019

Fico em dúvida quando penso em quem culpar pelos maus momentos e terríveis dias que passei em agosto. Acredito que tenha sido o pior mês de toda a minha pacata vida, existiu acontecimentos que seriam bons, mas me encontrava tão entristecida que não consegui me animar muito com eles, se fosse há um ano atrás, teria me sentido radiante e super contente por estar vivenciando eles, mas a situação agora era outra...

Bom, de qualquer maneira, parece que assim que esse mês desagradável passou, as coisas parecem estar mais tranquilas, me sinto anestesiada, tentando me cercar de coisas novas e algumas antigas que me fazem feliz. Desativei meu instagram por puramente ter me enjoado do mesmo, e tenho passado menos tempo jogando no computador e isso parece que tornou tudo ao meu redor mais leve e com uma aura mais feliz, não estou tão feliz quanto era antes, mas sinceramente, tudo caminha para que eu me sinta genuinamente contente novamente.
Algo que contribuiu para que eu aguentasse os últimos dias de agosto foi a finalização da leitura de Jane Eyre, foi o melhor livro que li em muito tempo e ele agora ocupa um lugar em minha lista de livros favoritos. E que livro! Realmente não acreditava que fosse gostar a esse ponto, acho que foi uma leitura escolhida em um momento certo, todo o clima de drama e melancolia da estória, adicionando o fato de eu muito me identificar com a personagem principal contribuiu para que eu tenha tido uma aventura incrível lendo sobre a jornada da Jane.
Como o inverno, tornou-se minha ausência
De ti, o prazer com que passou o ano!
Que frio senti, que dias negros eu vi!
A estiagem de dezembro espalhou-se por toda a parte!
E longe .cava, então, o verão,
O próximo outono, crescendo com toda a força,
Suportando o luxurioso peso do início,
Como úteros viúvos após a morte de seus senhores;
Embora esse farto assunto me pareça
A esperança de órfãos, e de frutos sem ascendência,
Pois o verão e seus prazeres servem a eles,
E, embora distante, os mesmos pássaros emudeçam;
Ou, se cantam, emitem um trinado tão mortiço,
Que as folhas empalidecem, por temerem o inverno.

(Soneto 97 de Shakespeare)

Como prometido (ou não, mas acho que falei que iria compartilhar mais), estas são mais algumas fotos do local do meu curso de Jardinagem, esta última das vaquinhas foi quando andamos um bom caminho até um monte para estudar os tipos de solo, esta área era aonde as vacas ficavam soltas pastando, e elas quiseram nos seguir e ficaram assistindo ao restante da aula, distraindo principalmente a mim com sua presença, hahah.

Nunca havia visto nenhuma de tão perto, elas cheiraram minha bolsa, e uma outra mais indelicada esbarrou em mim, mas achei elas tão adoráveis e são muito boazinhas apesar de serem um pouco brutas...
Esta foto é de um dia em que visitei a minha avó com minha mãe, estava um clima bem nublado e frio, e após o almoço fomos a pé ao shopping para um passeio, minha vó insistiu que pegássemos um ônibus, mas eu e minha mãe estamos acostumadas a andar bastante e eu mesma adoro caminhadas, o shopping eram apena um pouco longe da casa dela, mas é possível ir tranquilamente a pé também.
A esperança era apenas uma amiga tímida;
Ela sentou-se sem a cova ralada,
Observando como meu destino tenderia,
Mesmo como homens egoístas.

Ela era cruel em seu medo;
Pelas grades, num dia triste,
olhei para vê-la lá,
e ela virou o rosto!

Como uma guarda falsa, uma vigilante,
Ainda assim, em conflito, ela sussurrou paz;
Ela cantaria enquanto eu estivesse em prantos;
Se eu escutasse, ela cessaria.

Falsa ela era, e implacável;
Quando minhas últimas alegrias espalharam o chão,
Even Sorrow viu, arrependida,
aquelas relíquias tristes espalhadas;

A esperança, cujo sussurro daria
Bálsamo a toda a minha dor frenética,
Esticou suas asas e subiu ao céu,
Foi e nunca mais voltou!

(Hope por Emily Bronté) (traduzido por mim, então perdoem-me se não estiver perfeito)
Uma foto um pouco borrada... um amigo meu estava insistindo para que eu assistisse a Kimetsu no Yaiba logo, e eu mandei-lhe esta foto pela manhã enquanto tomava meu café, passamos o dia inteiro conversando sobre o anime em questão e outros assuntos também.

E para finalizar, esta surpresa! A única foto dessa postagem que não foi tirada em agosto foi deste presente fofo que minha avó paterna me deu. Assim como minha agora adorada Jane Eyre, Nick Jonas - sim, este foi o nome escolhido - não é dotado de certa beleza, mas sua fofura compensa isso, ele é um shih tzu de 2 meses muito alegre e dorminhoco, parece uma minhoca gordinha de tão molenga que ele é, e lembra-me mais gato que cachorro.

Gostaria que o inverno fosse logo embora, e os dias mais quentes voltem para aquecer essa minha alma que anda tão gelada. Devia ter aproveitado melhor meu dias de sol, eles foram muito felizes, mas por enquanto, estou conseguindo tornar os dias nublados melhores também. Espero que tenham gostado e obrigada por ler até aqui! (:

✿ Outros meses que também ganharam uma postagem:
Até,
abraços!

agosto 25, 2019

Quase uma fazendeira

Sábado foi um dia especial, na sexta dormi ansiosa e animada ao imaginar que acordar em um sábado de manhã bem cedinho seria uma coisa boa pois estaria pela primeira vez realizando algo que já ansiava há muito tempo...
Comecei finalmente a fazer o curso de jardinagem! Não conhecia nada do local e só sabia que ele ficava bem longe de onde moro, mas isso foi resolvido pelo fato de o meu pai se disponibilizar a me levar, o que foi ótimo! Nos perdemos um pouco mas chegamos na hora certa e nos surpreendemos com um local que era meio que uma terra escondida e ao mesmo tempo nos fascinamos ao subir de carro e ver toda aquela floresta enorme ao nosso redor, ruas de paralelepípedos e chão de terra, entre outras coisas que não serei capaz de descrever.

A aula ocorreu muito bem, e no intervalo - acreditem, são quase cinco horas de aula! - tomei um cafézinho e depois fui andar e conhecer melhor o local, além da horta da primeira foto, que é bem maior, mas acabei tirando apenas aquela foto, havia também um pavão lá, vários cachorros, coelhos, um pônei solitário - literalmente, me deu pena do pobrezinho sozinho - e os animais mais simpáticos que já conheci, que eram carneiros ou cabras, sinceramente fiquei na dúvida, quem conhece melhor, conseguiria me dizer quais das opções pode ser?

Esses animais foram tão dóceis e simpáticos, aceitaram carinhos e adoravam ficar brincando uns com os outros...

O lugar é extremamente grande e muito bem cuidado e bonito, os prédios onde ocorrem as aulas são todos em estilo colonial e ficam lado a lado como se fosse uma pequena vila.

Acabei que não fotografei muito pois queria conhecer melhor o local, mas na próxima vez que voltar, tirarei muito mais fotos por lá, haverá muitas oportunidades já que o curso durará por uns longos meses!

Um bom domingo a todos vocês,
abraços!

agosto 21, 2019

Uma vida mais simples

Há duas noites atrás, algo em minha consciência se acendeu com a ideia de que eu revesse os meus arquivos que estão armazenados na nuvem, há quase dez anos guardo tudo em vários servidores afim de economizar espaço em meu computador, era quase madrugada, mas pensei, porque não?
Não imaginaria que seria a coisa mais divertida que faria naquele dia, foi uma aventura e tanto, na verdade, eu sorri e ri tanto que minhas bochechas doeram, há muito tempo que não ria desse jeito, foi uma sensação revigorante. 

Mas tudo isso foi causado por imagens antigas minhas e principalmente com as histórias que escrevi, eu descobri que escrevi um livro, dá para imaginar? Meus olhos já estavam vermelhos, mas a curiosidade de explorar cada vez mais tudo aquilo falava mais alto, aos poucos fui percebendo o quanto sentia falta daquela simplicidade que florescia em mim anos atrás, mas não tantos anos assim, quando foi que a perdi? O engraçado é que ao longo dos últimos meses fui ficando cada vez mais doente, e sei que nem todas as doenças que fui acometida foram causadas por somente motivos fisiológicos, mas sim psicológicos também. Percebi que trabalhei o que mais honro, a paciência, em algumas partes da minha vida, mas esqueci de tê-la em tantas outras muito mais importantes.

Eu sei que não devemos olhar para trás, tenho que saber disso ainda mais agora que me encontro muito confusa com tudo em minha vida. Talvez eu só queira reacender a chama que se apagou em mim, em algum momento fui me perdendo e agora quero muito me reencontrar, pois sinto falta de mim.

Após essa noite, me senti mais leve comigo mesma, mais motivada, mas não o suficiente, preciso de mais um empurrãozinho. Também repensei o que quero realmente da minha vida, e ao mesmo tempo que quero viver uma vida simples, sendo nada menos que uma fazendeira rs, ou ao menos trabalhar em conjunto com a natureza, quero também experimentar a vida na cidade grande, morando quase no último andar de um apartamento com vista para centenas de prédios, sempre gostei do conforto que dá a vista de vários edifícios iluminados à noite...

Minha mãe disse esses dias que eu sou rígida e cobro demais de mim, e admito que isso recaiu principalmente aqui no blog, não gostava de vê-lo parado mas também não possuía a maior vontade do mundo de postar aqui, mesmo assim o fazia. Não façam o que não tem vontade, talvez eu tenha feito isso pois este blog pra mim sempre foi um refúgio e postar aqui era a mesma coisa que receber ou dar abraços quentinhos e de me sentir reconfortada e acolhida.

Eu estava muito mal, em todos os aspectos, mas tenho que ter certeza de que vou melhorar ainda mais - pois já vejo pequenos sinais de melhora -, não precisa ser exatamente como era tudo antes, pode ser melhor.
"No presente é que está o segredo; se você prestar atenção no presente, poderá melhorá-lo. E se você melhorar o presente, o que acontecerá depois também será melhor." (Paulo Coelho)
Vejo vocês em breve,
abraços! ♥

agosto 08, 2019

Faerie's Kitchen: Dia 4 & 5 (Bônus)

Olá pessoal! Hoje eu resolvi postar as duas receitas pois achei que seria um ótima ideia, visto que o prato do dia 4 seria uma entrada perfeita para logo depois tomar a sopa do dia 5, e eu acabei fazendo as duas receitas um dia após o outro, junto disso, o fato de que o tempo para o projeto acabar está quase chegando ao fim, então é melhor eu me apressar, hahah.

Para o dia 4, o tema era salada, e eu escolhi essa salada de pimentão vermelho com tomate marroquino, as folhinhas em cima são coentro, que eu adoro e achei que ficou muito gostoso com esse prato, normalmente gosto de colocá-lo com frango e o sabor dele não fica assim tão evidente, mas nesta salada, ele foi a estrela do show, rs.


Eu quis gourmetizar um pouco e fazer uma apresentação mais bonitinha, e até que gostei do resultado! Eu posicionei os tomates embaixo pois um deles - eu fiz dois - acabou cozinhando mais que o outro no forno e estava praticamente desmanchando, rs. Mais os pimentões ficaram perfeitos, eu não havia provado os vermelhos ainda, pelo menos não que eu me lembre, aqui onde moro é mais fácil encontrar o verde ou o amarelo, que é o que minha mãe costuma usar mais.




(abra a imagem em uma nova janela para visualizá-la melhor)

E por fim, achei essa receita muito gostosa e bem diferente, mas acredito que ela cairia melhor como um recheio em uma torrada ou no meu caso, eu fiz dois mini-hamburguês de frango e coloquei um pouco dessa salada em cima, hahah, e ficou muito gostoso, comendo somente a salada pura percebi que ficou um pouco enjoativo.


No dia 5, o tema era para preparar uma sopa, eu sinceramente amo sopas, então eu fiquei muito animada para esse dia, eu escolhi fazer uma "Sopa de Agrião", quando li isso no livrinho, fiquei bastante surpresa pois nunca imaginaria que existisse sopa de agrião, mas aparentemente é uma receita clássica!


Sendo sincera, eu não lembrava o que era agrião e nem fazia ideia do seu gosto, então foi uma receita bem arriscada, mas a curiosidade falou mais alto, e no fim, eu gostei do sabor e acabei reconhecendo o gosto do agrião.

Novamente, o iogurte grego em uma receita, e novamente, ele deixou tudo mais saboroso, estou passando até a comprá-lo mais, adicionando ele na massa da minha panqueca no café-da-manhã ou até mesmo  servindo como molho na salada.




(abra a imagem em uma nova janela para visualizá-la melhor)

Não sei se faria mais vezes essa receita, ela é muito gostosa mas não me surpreendeu como a salada de espinafre ou o crumble de maçã, além disso, adoro sopas que tenham bastante variedade de legumes, elas são tão reconfortantes para dias frios como esses que têm feito aqui no Rio.

Bem, espero que tenham gostado e se fizerem uma das receitas, vou adorar saber!
Abraços!

julho 24, 2019

Faerie's Kitchen: Dia 3

E para o dia 3 do projeto, teremos finalmente um prato clássico para os amantes de doces. Confesso que não sou tão fã de sobremesas assim apesar de ter mais habilidade para prepará-las, houve uma época em que estava em uma fase onde fiz e criei várias receitas de doces e sobremesas e personalizei um caderno para arquivar todas lá, bem parecido com aqueles que as avós passam para as próximas gerações, talvez um dia ele até apareça por aqui, quem sabe.

Demorei um pouquinho para postar por aqui mas a verdade é que estava para resolver alguns probleminhas, e bom, todos já foram resolvidos e pude retomar minha atenção para esse projeto que estou me divertindo muito fazendo, na maior parte do tempo rs...

Enfim, vocês devem estar se perguntando agora que coisa é essa jogada no prato, bem, isso é um Crumble de Maçã, e a receita do dia 3 consistia em escolher uma sobremesa com sua fruta favorita, e não há nada que eu mais goste do que maçãs, e eu já conhecia esse prato mas nunca o havia feito. 

A imagem não está nada apetitosa, eu sei, mas como eu fiz de tarde, acabou que demorou um pouco para ficar pronto, então simplesmente tirei a foto de qualquer maneira mesmo pois já estava quase babando em cima do prato e morrendo de fome, mas o importante é que foi feito e super aprovado! Nesse momento me encontro com muita vontade de comer essa sobremesa novamente, não achei que iria gostar tanto, mas ela realmente fica muitíssimo gostosa! (:

Essa receita é bem rústica, então não tem problema se ela ficar com essa aparência meio despedaçada mesmo, após esfriar, deu pra tirar em um formato certinho, então fica a dica e não faça como eu que removeu do forno e já foi tirando para comer, de qualquer maneira, estava bom do mesmo jeito e o iogurte fez uma diferença enorme no sabor. 

É engraçado porque se você comer iogurte natural ou grego puro o gosto não é tão bom assim, principalmente o grego que tem gosto de requeijão, mas se for acompanhando com algum prato, como o da sobremesa nessa postagem ou o prato com espinafre que fiz no dia 1, o gosto não tão bom dele some quase completamente.



Essas foram as fotos dele quando saiu do forno, também foram tiradas rapidamente por mim, e me desculpem por isso, prometo que nos próximos dias vou segurar a minha fome e caprichar mais nas fotinhas, hahah.

Havia comentado antes que aqui em minha casa ninguém quis saber muito dos outros pratos que fiz, principalmente no do espinafre que recebi expressões de desgosto, rs. No decorrer do processo dessa receita, todo mundo queria saber o que estava preparando e já adianto a dizer que o Crumble de Maçã acabou em um piscar de olhos e só comi um mísero pedaço (e meio), meu irmão até raspou a travessa com a colher, será que isso é o suficiente para convencer a vocês a preparar esse prato também?



(Abra a imagem em uma nova janela para poder conferir a receita)

Uma observação importante que tenho a fazer é que na receita do livro, pede 5 horas e meia de forno, eu sinceramente não iria esperar esse tempo todo para ficar pronto, e também nem fazia ideia que um forno poderia ficar tanto tempo ligado assim, então dei uma olhada na internet, e  vi que praticamente todas as receitas de crumble ficavam aproximadamente de 20-30 min. no forno, e foi mais ou menos esse tempo que deixei o meu.

Vou dar continuidade e preparar a receita do próxima dia hoje mesmo, espero que tenham gostado desta!

Nos vemos em breve,
abraços!

julho 11, 2019

Os Delírios de Consumo de Bia

Olá pessoal! Como tem sido as férias de vocês? Espero que estejam aproveitando bastante esse tempo para descansar embaixo das cobertas nesse frio, tomando um chá, ou um cafézinho se vocês preferirem, surpreendentemente, tenho preferido muito mais um café quentinho esses dias, mesmo quando vou à rua, compro um expresso para ir tomando no caminho. É engraçado como nós podemos mudar tão drasticamente na vida, eu sempre fui viciada em chá, mas ultimamente meu coração tem se aquecido mais quando tomo um café.

Ainda tenho esse mês inteirinho de férias, e só posso dizer que já cansei delas, fiquei bem doente esses dias, estou com problemas na coluna, e algumas semanas atrás estava no hospital com minha mãe (mas por causa do meu pai, que já se encontra bem), e a dor era tanta que eu quase desmaiei, minha visão ficou totalmente turva, e como o hospital estava cheio, estava sem lugar para me sentar, e como não queria preocupar minha mãe, assim que percebi que poderia cair a qualquer momento, eu sentei no chão e fingi que estava só relaxando, hahah, quando na verdade estava tontinha e não enxergando nada nítido em minha frente. Mas já melhorei, é só eu não ficar em pé por muito tempo que isso não acontece.

Como havia dito em algumas postagens atrás, dentre os meus planos para as férias, ir ao Saara era algo que queria muito visto que é uma tradição passear pelo Rio todo quando estou de férias, adoro caminhar, e olhar as lojas, e principalmente, comprar coisinhas que gosto e acho pelo caminho.
Dessa vez, fiz questão de ir em muitos lugares, e não deixar passar nenhum, descobri uma Livraria Travessa meio escondida, e depois da Livraria Cultura, que pra mim é um parque de diversões dos livros - só quem já visitou uma sabe -, essa foi uma das mais bonitas que já visitei e tinha um estilo meio rústico e possuía três andares, mas isso não queria dizer que ela era grande, na verdade era um pouco pequena, e no terceiro andar, havia uma cafeteria que estava até movimentada diferente dos outros andares com os livros. 

Infelizmente fiquei com vergonha e não tirei nenhuma foto dela, tinha uns guardas bem carrancudos na entrada e eu fiquei meio desconfortável por isso...
Assim que vi essa meia toda fofa, não resisti e comprei-a, ainda mais porque mais tarde eu comprei essa sandália em uma loja de calçados e achei que combinaria. Se não combinar também, não tem problema pois usarei do mesmo jeito porque está um frio absurdo aqui no Rio, e eu não vejo a hora de o mesmo ir embora, já estou com saudades do meu solzinho...
O meu plano de entrar em todas as lojas possíveis por onde passar não poderia ter se saído melhor, pois eu encontrei um lugar que por fora ninguém imaginaria que pudesse vender vários produtos oficiais da Disney e outras marcas, tinha bolsas, carteiras, roupas, acessórios, coisinhas de papelaria, utensílios de cozinha, tudo da Disney, e o segundo andar era reservado apenas a milhares de bichinhos de pelúcias, desde os menores aos maiores que já vi e aqueles do meu tamanho até. 

No final, me segurei e levei só esse chaveiro dos minions, pois ainda estava no começo do passeio e fiquei com receio de encontrar coisas mais legais ainda pela frente.
Também comprei uma caneta que imita a varinha da Sakura Card Captor, foi bem baratinha e ela é de tinta preta e escreve fininho. Na mesma loja, assim que vi essa frigideira de ursinho foi amor à primeira vista, e já posso dizer que a mesma já foi testada, mas eu fiz panquecas nela, e não deu lá muito certo, mas as panquecas ficaram uma delícia e foi uma receita minha que se quiserem eu compartilho qualquer dia desses com vocês. Amanhã tentarei fazer o que ela foi criada para fazer, ovos.
Por último, comprei essa lindíssima caneca de gatinho, que foi um pouco cara na minha opinião, mas valeu a pena pois é a caneca mais fofa que tenho em minha coleção agora, e essas presilhas em uma loja de produtos importados do Japão, já estava à procura de algumas presilhas já que estou sem nenhuma, e essas são mais bonitas do que das que estava procurando.

Enfim, dentre outras coisas que comprei, essas foram as que valeram o destaque aqui no blog, pois foram as que mais gostei! ♥
Até breve,
abraços!
Encantado com ♡ por Bia
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