Dezembro de 2025

25 janeiro, 2026

Antes de janeiro terminar, não poderia me esquecer de recordar como foi meu mês de dezembro. Sinto-me muito grata que tudo tenha ocorrido bem nesse mês que pode ser meio tumultuoso para mim com meu aniversário e as expectativas (sempre altas) com as festas de fim de ano.

Estive bastante na casa dos meus pais em dezembro, e encontrei lá duas câmeras meio antigas, essa Sony Cyber-shot, e uma Fujifilm também, eu sempre adorei fotografar e fiquei super animada em ter essas câmeras para mim (pois peguei as duas para mim! rsrs), infelizmente a sony cybershot precisa de uma carregador para sua bateria, com isso, infelizmente não tive a chance de usá-la ainda, pois eu adoro essa câmera.

Já a fujifilm tenho levado comigo para todo canto, até mesmo quando vou fazer uma caminhada até o parque ou até a pracinha - que tem sido ultimamente meus passeios mais habituais, acho divertido de como as fotos parecem saídas dos anos 2010 ou pouco antes disso. Pretendo compartilhar aqui no jardim em breve as fotos que capturei com ela.


Ver a foto do meu querido e amado forno elétrico fez-me lembrar de que hoje o Miguel está para consertar a tomada dele, que explodiu sem querer, após eu querer ligá-la a uma extensão barata... Com a falta do uso do forno, acabamos por descobrir ser ele o culpado de a conta de luz vir tão absurdamente cara, este mês, ela chegou bem mais em conta...

Um almoço típico de domingo, onde tento fazer algo diferente e certas vezes mais elaborado.



Além do tapiovo, ou crepioca, que comentei que viciei (e já desviciei), também fiquei meio viciada em comer melões, é sempre uma surpresa ver se eles estarão doces ou não, por sorte, todos os que comprei estavam docinhos e saborosos.

Este é o chai latte que inspirou uma das postagens mês passado, não sei porque não coloquei sua foto na postagem, mas tudo bem, eis ela aqui.


A gentileza é uma manhã ensolarada

19 janeiro, 2026

O silêncio das manhãs é quase agridoce, acordo e o dia lá fora está claro, porém o sol ainda não fez totalmente sua subida, abro as cortinas, as janelas, e o vidro da porta da sala e uma brisa gelada acaricia meu rosto, penso logo que gostaria que o clima ficasse exatamente assim o dia inteiro, porém assim que o sol nasce por completo, um calor surge, e a luz do sol reflete em toda a sala. Vou para a cozinha deixar o café passando, e abro a janela para um dos gatos pular por ela, e poder ir para o quintal.

E assim se resume parte das minhas manhãs, elas se iniciam de forma agradável até que começo a pensar em demasia, com isso, nas últimas semanas tenho estado relapsa, deixo coisas caírem, salgo demais a comida, adoço de menos o bolo, choro em meio a pensamentos que me invadem, pensamentos que não perdoam que eu erre, e me castigam. Talvez o problema seja que eu empregue toda a minha gentileza nos outros, e não faça restar nenhuma para mim mesma.
Me recordo ou releio trechos de Jane Eyre quando preciso de conforto ou consolo.

À tarde, esses pensamentos se abrandam, eles vão se esvaindo à medida que ponho a chaleira no fogo para esquentar água para o chá, estou bebendo sem parar o "boa noite" da italianinho, ele tem gosto de abraços quentinhos, e me faz recordar de momentos alegres e simples de um passado já distante, e também me faz pensar no quão grata sou pela minha vida no momento, por mais que estejam várias questões fora do lugar e até mesmo perdidas, sei que sempre encontro um caminho que me leva de volta ou um caminho novo para o qual tomar.

Por isso me sento agora e escrevo isto, enquanto meu chá esfria ao meu lado, e o clima finalmente dá uma pequena virada, e apesar de o sol estar ausente nesta tarde, pois muito aprecio sua presença, me animo em saber que uma chuva se aproxima para deixar tudo mais aconchegante e fresco, talvez essa semana de tempestades que está por vir, seja um lembrete de que toda essa agitação e ardor interno que vem me agitando no momento, vá passar, será lavado, mesmo em meio a lágrimas, e meus dias serão inteiramente  agridoces como as minhas manhãs.

Bumblebia

16 janeiro, 2026

Os dias por aqui continuam sendo bem calorentos, tenho comido salada na maior parte das refeições e me sinto tal como um animal de fazendo comendo mato quase sempre, mas é difícil encontrar prato mais refrescante que tomatinhos picados, junto com uma salada temperada com limão do limoeiro da casa da minha avó, juntamente a isso, recomendo também adicionar morangos ou pêssegos nessa salada, adoro comidas e molhos agridoces, como uma salada de mostarda e mel. Infelizmente, estou sem mel em casa no momento, pois a loja de temperos que vendia meu mel orgânico fechou, uma lástima...
Enfim, faz um tempinho já que comprei esse livro super fofo, ele é praticamente uma enciclopédia sobre abelhas, tudo que você precisa saber sobre abelhas se encontra nele, em uma forma fácil, prática e ilustrativa de se aprender.
Nota-se pela capa como esse livro foi feito com muito carinho até nos mínimos detalhes, essa parte dourada tem o que parece ser um relevo, que dá um charme a mais no livro.
Uma coisa engraçada que aprendi com essa enciclopédia foi que há uma tribo de abelhas chamada "euglossini" que coleta o perfume das orquídeas para atrair parceiros. Algo que tem me interessado muito ultimamente é em perceber os instintos que alguns animais/insetos possuem, e que quase sempre me surpreende, as vezes é algo até mesmo parecido com o de nós humanos.
Essa página é uma das quais descreve quais as espécies de flores que as abelhas mais gostam e que podemos plantar no nosso jardim para atraí-las. O livro também nos ensina como construir um "hotel" ou uma casinha para as abelhas, e também explica como construir um jardim apenas para elas.
No final, há algumas receitas que podemos fazer usando mel, antes de ler "sabonete" escrito bem grande ali acima, eu pensei que essas barras eram de comer... não que seja uma má ideia criar uma receita de barras de mel que fique parecido com esses sabonetes...
"Abelhas são vitais para o futuro do planeta, ainda assim, elas estão sob ameaça e em declínio".

Vocês podem encontrar esse livro à venda aqui.
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